Methodus participa nas Jornadas Portugal Seguro 2010

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A Associação Portuguesa de Seguradores organizou, de 24 a 27 de Maio, a segunda edição do evento "Jornadas Portugal Seguro". Este evento pretendeu reunir especialistas em áreas relevantes da vida económica e social do país, constituindo, assim, um espaço de debate de ideias, de opiniões e de aprofundamento de matérias de interesse para os cidadãos em geral e ao sector segurador em particular.

António Lucena de Faria, Presidente do Conselho de Administração da Methodus foi um dos oradores convidados, proferindo uma intervenção dedicada ao tema de Costumer Relationship: "Seguros e Internet".




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Objectivos claros

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Recentemente tive a oportunidade de ouvir a professora Teresa Amabil, da Harvard Business School, apresentar as conclusões de um estudo sobre os factores determinantes no desempenho das organizações. Basicamente, foram identificados os principais atributos presentes nas empresas de sucesso e ausentes nas de insucesso. Este é um tema que acho fascinante. Afinal o que é que faz a diferença?  O que é que aumenta ou diminui a probabilidade de êxito de um negócio?

Segundo os resultados do estudo, os principais factores determinantes do bom desempenho das empresas são:

• Objectivos claros;
• Recursos suficientes;
• Ajuda na realização das tarefas;
• Celebração do sucesso;
• Livre circulação de ideias;
• Tempo suficiente mas não demasiado.

Não posso afirmar que tenha ficado surpreendido com o primeiro destes factores. Afinal trata-se de um assunto referido frequentemente em outras obras conhecidas, incluindo o livro "Flow" do Mihaly Csikszentmihalyi e o livro "Good to Great" do Jim Collins. Apesar disso, verifico muitas vezes que são poucas as empresas em que os colaboradores são conhecedores dos objectivos estratégicos da empresa. Por vezes estes não estão bem definidos, outras vezes existem mas não foram comunicados ao resto da organização. Num caso e no outro o resultado é o mesmo, ou seja, um desempenho fraco, especialmente se comparado com o desempenho possível, dados os recursos disponíveis.

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Experiência próxima do real

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A noção de que esta competição simula a realidade das empresas, motivou Nuno Marques a investir numa primeira participação.

Nuno Marques está a participar pela primeira vez no Global Management Challenge e a sua ambição é que a equipa que integra, atinja os três primeiros lugares da Final Nacional. A semelhança desta simulação com a realidade da gestão de uma empresa, foi o que o motivou a integrar uma formação.

"A participação no Global Management Challenge permite ter uma experiência muito próxima da realidade da gestão de um negócio em todas as suas vertentes. Irá ajudar a compreender a interacção entre as diversas áreas de uma empresa, pois não há decisões independentes", conta Nuno Marques. A equipa que integra é formada por elementos com competências académicas e profissionais variadas. Essa heterogeneidade, revela, "permitirá uma partilha de informação, ideias e experiências". Será ainda um trunfo para esta formação atingir o objectivo de alcançar a Final Nacional.

in Expresso

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Seis passos para melhorar a gestão do relacionamento com os seus fornecedores

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Quer saber o que o Departamento de Compras deve começar já a fazer para estar preparado para o período de recuperação económica que se segue?

Há algumas iniciativas que consideramos essenciais para que, passado o período em que a redução de custos e o aumento do cash-flow constituem as grandes prioridades, as Compras se possam voltar a focar em iniciativas de longo prazo.

Embora a definição de prioridades seja compreensível, existem razões para que as organizações não descurem o relacionamento com os seus fornecedores mais importantes, devendo estar atentas e apoiá-los, sempre que possível, em situações de dificuldades financeiras. Só assim é possível garantir a preferência destes fornecedores quando as condições económicas melhorem.

Seis passos essenciais para a melhoria do relacionamento com os seus fornecedores:

1) Segmentação da base de fornecedores:

O esforço de construção de relações de parceria com os fornecedores só é possível após a sua categorização em diferentes níveis, tais como: fornecedores aprovados, fornecedores preferenciais, fornecedores estratégicos, entre outros. Um processo de segmentação tem de ser realizado com o envolvimento de toda a organização, incluindo as áreas de negócio, para que seja possível chegar a um consenso sobre quais são os fornecedores a que deve ser prestada mais atenção.

2) Garantir o patrocínio da Administração:

É muito importante que a gestão dos fornecedores estratégicos seja realizada com o envolvimento de um elemento do conselho de administração, para garantir o alinhamento destes fornecedores com os objectivos estratégicos da organização.

3) Processos de gestão de fornecedores bem definidos:

É essencial detalhar os processos internos de gestão do relacionamento com os fornecedores, para uma definição clara de funções e responsabilidades.

4) Utilização eficiente da tecnologia:

A gestão do relacionamento com os fornecedores pode ser potenciada através da utilização de ferramentas como os Portais de Fornecedores, cujas funcionalidades cobrem todo o ciclo de relacionamento, desde a qualificação, pedidos de proposta, gestão de contratos, facturação, avaliação de desempenho, entre outras.

5) Aumentar as competências de gestão de relacionamento das equipas de compras:

A gestão do relacionamento com os fornecedores necessita de competências distintas das que usualmente podem ser encontradas nos departamentos de compras, como a criatividade, a gestão de contas e a capacidade de trabalhar diversos assuntos e lidar com diferentes intervenientes.

6) Quantificação dos benefícios:

A quantificação do valor das poupanças obtidas através da implementação de iniciativas de gestão do relacionamento com os fornecedores pode ser extremamante difícil. No entanto, não se podem menosprezar os benefícios não quantificáveis, como por exemplo, o acesso à inovação e uma maior velocidade de colocação da oferta no mercado, a que os executivos das organizações não são de todo indiferentes, já que podem alavancar vantagens competitivas mais importantes que as próprias poupanças por si só.

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Como tirar partido das compras na implementação da estratégia da sua organização?

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Nos tempos que correm, em que muitas organizações ainda enfrentam grandes dificuldades e desafios, as compras podem representar um papel que ultrapassa em muito a mera obtenção de poupanças e a redução de custos.

Hoje partilhamos consigo uma história em que as compras se tornaram essenciais na implementação da estratégia de recuperação de uma empresa, o construtor automóvel Chrysler.

Com um novo parceiro estratégico, a Fiat, e um novo plano de negócios definido em 2009, após a sua falência iminente, a melhoria do relacionamento com os seus fornecedores foi identificada como um factor essencial para a concretização da estratégia de mudança e recuperação da Chrysler, assente no enfoque da organização no produto final disponibilizado aos seus clientes.

Para dar resposta a este desafio foi criada uma nova organização de compras com o principal objectivo de contribuir para uma produção de qualidade, mesmo que para tal fosse necessário hipotecar os resultados tradicionalmente associados à avaliação do desempenho desta área.

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