Recentemente tive a oportunidade de ouvir a professora Teresa Amabil, da Harvard Business School, apresentar as conclusões de um estudo sobre os factores determinantes no desempenho das organizações. Basicamente, foram identificados os principais atributos presentes nas empresas de sucesso e ausentes nas de insucesso. Este é um tema que acho fascinante. Afinal o que é que faz a diferença? O que é que aumenta ou diminui a probabilidade de êxito de um negócio? Segundo os resultados do estudo, os principais factores determinantes do bom desempenho das empresas são: • Objectivos claros; • Recursos suficientes; • Ajuda na realização das tarefas; • Celebração do sucesso; • Livre circulação de ideias; • Tempo suficiente mas não demasiado. Não posso afirmar que tenha ficado surpreendido com o primeiro destes factores. Afinal trata-se de um assunto referido frequentemente em outras obras conhecidas, incluindo o livro "Flow" do Mihaly Csikszentmihalyi e o livro "Good to Great" do Jim Collins. Apesar disso, verifico muitas vezes que são poucas as empresas em que os colaboradores são conhecedores dos objectivos estratégicos da empresa. Por vezes estes não estão bem definidos, outras vezes existem mas não foram comunicados ao resto da organização. Num caso e no outro o resultado é o mesmo, ou seja, um desempenho fraco, especialmente se comparado com o desempenho possível, dados os recursos disponíveis.
A noção de que esta competição simula a realidade das empresas, motivou Nuno Marques a investir numa primeira participação. Nuno Marques está a participar pela primeira vez no Global Management Challenge e a sua ambição é que a equipa que integra, atinja os três primeiros lugares da Final Nacional. A semelhança desta simulação com a realidade da gestão de uma empresa, foi o que o motivou a integrar uma formação. "A participação no Global Management Challenge permite ter uma experiência muito próxima da realidade da gestão de um negócio em todas as suas vertentes. Irá ajudar a compreender a interacção entre as diversas áreas de uma empresa, pois não há decisões independentes", conta Nuno Marques. A equipa que integra é formada por elementos com competências académicas e profissionais variadas. Essa heterogeneidade, revela, "permitirá uma partilha de informação, ideias e experiências". Será ainda um trunfo para esta formação atingir o objectivo de alcançar a Final Nacional. in Expresso